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  • Meios de pagamentos no Brasil: presente e futuro

    Meios de pagamentos no Brasil: presente e futuro

    Os sistema de meios de pagamentos brasileiro vive uma transformação estrutural, e não se trata mais de tendência, mas de consolidação.

    O avanço do Pix, a reinvenção do parcelamento, a digitalização acelerada das pequenas e médias empresas (SMEs) por meio de bancos digitais e o crescimento do uso de stablecoins nas operações cambiais mostram que o futuro dos meios de pagamentos no Brasil não é uma disputa entre meios. É integração.

    Para empresas que vendem online ou operam com múltiplos canais de recebimento, essa mudança não é apenas tecnológica, é estratégica. E, sobretudo, exige controle, conciliação e inteligência financeira.

    Pix: de alternativa a protagonista da economia digital

    Criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, o Pix se tornou, em poucos anos, a principal infraestrutura de pagamento do país. Hoje:

    • 95% da população brasileira utiliza Pix
    • 35% dos adultos (aproximadamente 60 milhões de pessoas) não possuem cartão de crédito, mas podem transacionar via Pix
    • Em 2025, o Pix superou os cartões de crédito no e-commerce brasileiro, alcançando 42% das compras online, contra 41% dos cartões
    • A projeção indica que o Pix deve representar 45% do e-commerce até o final do ano e atingir 50% até 2028, com CAGR estimado de 18%

    O que esses números mostram é simples: o Pix não é apenas um meio de pagamento rápido. Ele é um instrumento de inclusão financeira e expansão de mercado.

    Empresas que antes dependiam exclusivamente de cartões agora acessam consumidores desbancarizados ou com limite restrito. Isso amplia a base de clientes, reduz abandono de carrinho e melhora o fluxo de caixa  já que o Pix líquida em tempo real.

    Mas aqui surge um ponto crítico: quanto mais meios de pagamento entram na operação, maior a complexidade da conciliação.

    Parcelamento: o motor invisível da receita

    Apesar do avanço do Pix, o cartão de crédito permanece estratégico, especialmente por causa do parcelamento.

    O comportamento do consumidor brasileiro é fortemente orientado à compra parcelada, e isso impulsiona ticket médio e conversão.

    Hoje, muitas empresas operam com:

    • Parcelamento sem juros;
    • Antecipação de recebíveis;
    • Split de pagamento em marketplaces;
    • Taxas variáveis por adquirente.

    Esse cenário gera múltiplas variáveis financeiras: MDR, taxas de antecipação, prazos diferentes de liquidação, chargebacks e divergências operacionais.

    Sem uma conciliação estruturada, o risco é claro: perdas silenciosas.

    A integração entre Pix e cartão não elimina a necessidade de controle. Pelo contrário, amplia a necessidade de visibilidade sobre o que foi vendido, o que foi liquidado e o que realmente entrou no caixa.

    SMEs e bancos digitais: velocidade sem burocracia

    Outro vetor decisivo na transformação dos meios de pagamentos no Brasil é a digitalização das pequenas e médias empresas.

    Bancos digitais, subadquirentes e fintechs criaram um ambiente de entrada rápida no mercado. Hoje, uma PME consegue:

    • Abrir conta digital em minutos;
    • Integrar gateway de pagamento em poucas horas;
    • Operar Pix, cartão, boleto e link de pagamento sem estrutura bancária tradicional.

    Assim, essa agilidade acelera o crescimento e, igualmente, fragmenta a operação financeira.

    É comum que empresas utilizem:

    • Mais de uma adquirente;
    • Mais de um banco;
    • Gateways diferentes para canais distintos (site, marketplace, WhatsApp, loja física).

    Sem integração e conciliação centralizada, o controle financeiro vira um quebra-cabeça.

    E quanto maior o volume, maior o risco.

    Stablecoins e o novo protagonismo cambial

    Além do mercado interno, empresas que operam com fornecedores internacionais ou vendem para fora do país começam a olhar para stablecoins como alternativa para liquidação cambial.

    As stablecoins moedas digitais lastreadas em ativos estáveis como o dólar vêm sendo utilizadas para:

    • Redução de custo em remessas internacionais;
    • Agilidade em pagamentos cross-border;
    • Proteção contra volatilidade cambial.

    Apesar de ainda não ser predominantes no varejo tradicional, seu uso em operações B2B e no comércio exterior cresce de forma consistente.

    Isso adiciona mais uma camada ao desafio financeiro: integrar diferentes ecossistemas de pagamento, bancário tradicional, instantâneo, parcelado e digital descentralizado.

    O futuro não será dominado por um único meio de pagamento. Será dominado por empresas que conseguem integrar todos eles com inteligência.

    O desafio oculto: a conciliação na era da integração

    Com Pix liderando o e-commerce, cartão sustentando o parcelamento, bancos digitais acelerando SMEs e stablecoins entrando na equação cambial, o que une todos esses movimentos?

    Complexidade operacional.

    Empresas que crescem rápido frequentemente enfrentam:

    • Divergências entre vendas e liquidações;
    • Taxas cobradas incorretamente;
    • Problemas de split em marketplaces;
    • Chargebacks não identificados;
    • Falta de visibilidade consolidada do fluxo financeiro.

    E é exatamente aqui que a Conciliadora se posiciona como parceira estratégica.

    Por que a Conciliadora é essencial nesse novo cenário?

    A Conciliadora não atua apenas conferindo números. Atua estruturando inteligência financeira.

    Em um cenário onde o Pix já representa 42% do e-commerce e caminha para 50% até 2028, a Conciliadora garante que cada transação esteja corretamente registrada, validada e integrada ao financeiro da empresa.

    Quando o parcelamento multiplica recebíveis em diferentes datas, a Conciliadora mostra ao lojista todas as parcelas devidamente conciliadas e se as taxas aplicadas estão corretas.

    Quando a empresa utiliza múltiplas adquirentes ou bancos digitais, a Conciliadora centraliza as informações e entrega clareza operacional.

    Em um ambiente onde a integração é inevitável, a ausência de conciliação estruturada representa risco direto à margem.

    Integração sem controle é vulnerabilidade

    O discurso de inovação no setor financeiro muitas vezes foca apenas em velocidade e conveniência. Mas empresas sustentáveis precisam de algo além: governança.

    Pix, cartão, parcelamento, bancos digitais e stablecoins não competem entre si. Eles coexistem.

    O diferencial competitivo não está em escolher um meio, mas, sim, em integrar todos com controle absoluto.

    A Conciliadora entende que o futuro dos meios de pagamentos no Brasil é híbrido, dinâmico e cada vez mais fragmentado.

    Por isso, oferece soluções que acompanham essa evolução. Dessa forma, garantindo que crescimento não signifique perda invisível de receita.

    O que sua empresa pode fazer agora?

    Se sua operação já aceita Pix e cartão, o momento de estruturar a conciliação é agora.

    Você utiliza múltiplos gateways ou vende em marketplaces? Então, a necessidade é ainda maior.

    Se sua empresa está crescendo, a ausência de integração financeira pode estar corroendo margens sem que você perceba.

    A questão não é se o Pix vai crescer; ele já cresceu. Não é se o parcelamento continuará relevante, ele continua sendo motor de receita. Não é se novas tecnologias surgirão, elas já estão surgindo.

    A verdadeira questão é: sua empresa está preparada para integrar tudo isso com segurança?

    O futuro dos meios de pagamentos no Brasil não é escolha. É integração.

    E integração sem conciliação é risco.

    Se você quer crescer com previsibilidade, proteger sua margem e transformar complexidade financeira em vantagem competitiva, a Conciliadora é a parceira estratégica para essa nova era dos pagamentos.

    Porque, no novo cenário digital, vender é só o começo. O que sustenta o crescimento é ter certeza de que cada centavo vendido realmente entrou no seu caixa.

  • Aumento das transações e fraudes: como se proteger

    Aumento das transações e fraudes: como se proteger

    O crescimento acelerado dos meios de pagamento digitais trouxe inúmeras vantagens para empresas e consumidores. Mais vendas, mais conveniência, mais canais e mais possibilidades de negócio. 

    No entanto, esse avanço vem acompanhado de um desafio proporcionalmente preocupante: o aumento expressivo no volume de transações e, consequentemente, das fraudes financeiras.

    Nos últimos anos, empresas de todos os portes passaram a lidar com um volume muito maior de pagamentos via cartão, PIX, carteiras digitais e marketplaces. Esse crescimento, embora positivo, também ampliou a superfície de risco. 

    Quanto maior o volume, maior a complexidade da conciliação e maior a exposição a erros, inconsistências e fraudes muitas vezes silenciosas e difíceis de identificar sem tecnologia especializada. É nesse cenário que a Conciliadora se torna uma aliada estratégica indispensável.

    O impacto do aumento de volume nas operações financeiras

    O aumento no volume de transações não significa apenas mais vendas. Ele traz consigo uma série de desafios operacionais, como:

    • Maior quantidade de dados financeiros para analisar
    • Diferentes adquirentes, bandeiras e métodos de pagamento
    • Prazos variados de repasse
    • Taxas e comissões distintas
    • Cancelamentos, estornos e chargebacks

    Sem uma conciliação automatizada e inteligente, muitas empresas passam a operar praticamente no escuro. Pequenos erros se multiplicam, valores deixam de ser recebidos e divergências passam despercebidas, afetando diretamente o fluxo de caixa.

    A Conciliadora atua exatamente nesse ponto: organizando, cruzando e validando grandes volumes de dados financeiros de forma automática, precisa e escalável.

    Fraudes financeiras: um risco que cresce junto com o faturamento

    À medida que o volume de transações aumenta, as fraudes também se sofisticam. Hoje, elas não se limitam apenas ao uso indevido de cartões. Existem diversos tipos de fraudes que impactam diretamente o resultado das empresas, como:

    • Chargebacks indevidos
    • Transações não reconhecidas
    • Manipulação de valores
    • Fraudes internas
    • Erros intencionais em repasses
    • Desvios ocultos em taxas e comissões

    O grande problema é que, sem uma conciliação detalhada e automatizada, essas fraudes podem passar meses ou até anos sem serem detectadas. Muitas empresas só percebem que estão perdendo dinheiro quando o prejuízo já é significativo.

    A Conciliadora identifica padrões suspeitos, inconsistências e anomalias, ajudando a prevenir fraudes antes que elas comprometam a saúde financeira do negócio.

    Por que o controle manual não é mais suficiente?

    Planilhas, controles manuais e conferências pontuais já não acompanham a realidade atual do mercado. Com volumes elevados de transações, esse modelo se torna:

    • Lento
    • Suscetível a erros humanos
    • Difícil de auditar
    • Pouco confiável
    • Nada escalável

    Além disso, equipes financeiras acabam gastando tempo demais em tarefas operacionais e repetitivas, quando deveriam estar focadas em análise estratégica e tomada de decisão.

    A Conciliadora elimina esse gargalo ao automatizar todo o processo de conciliação financeira, trazendo mais segurança, eficiência e inteligência para a gestão.

    Como a Conciliadora ajuda a reduzir fraudes e perdas financeiras

    A Conciliadora foi desenvolvida para lidar exatamente com cenários de alto volume e alto risco. Entre os principais benefícios estão:

    1. Conciliação automática de grandes volumes

    A ampliação das vendas não precisa significar mais dor de cabeça. A Conciliadora cruza automaticamente dados de vendas, adquirentes, bancos e operadoras, garantindo que cada valor seja corretamente recebido.

    2. Identificação rápida de divergências

    Diferenças entre o que foi vendido e o que foi repassado são detectadas rapidamente, evitando prejuízos acumulados ao longo do tempo.

    3. Prevenção e detecção de fraudes

    Ao analisar padrões de comportamento e inconsistências, a Conciliadora ajuda a identificar possíveis fraudes externas ou internas antes que elas se tornem um problema maior.

    4. Redução de chargebacks e perdas

    Com informações organizadas e rastreáveis, a empresa consegue agir de forma mais rápida e assertiva na contestação de chargebacks.

    5. Visão clara do fluxo de caixa

    A Conciliadora oferece uma visão real do que a empresa tem a receber, melhorando o planejamento financeiro e a tomada de decisões.

    Aumento de volume exige mais controle, não mais risco

    Muitas empresas acreditam que o crescimento inevitavelmente vem acompanhado de perdas. Mas isso não precisa ser verdade. Com as ferramentas certas, é possível crescer com segurança, controle e previsibilidade.

    A Conciliadora foi criada para empresas que entendem que cada centavo importa especialmente em um cenário onde margens são cada vez mais apertadas e a concorrência é acirrada.

    Conciliadora: tecnologia, segurança e inteligência financeira

    Em um ambiente onde o aumento no volume de transações anda lado a lado com o crescimento das fraudes, contar com a Conciliadora deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade estratégica.

    Mais do que conciliar números, a Conciliadora protege o faturamento, reduz riscos, aumenta a transparência e fortalece a governança financeira das empresas.

    Se sua empresa está crescendo ou pretende crescer, a pergunta não é se você pode contar com uma conciliação especializada, mas quanto está perdendo por não ter uma.

    A Conciliadora está pronta para ajudar sua empresa a crescer com segurança, mesmo em cenários de alto volume e alto risco.

  • Vale-Refeição e Vale-Alimentação: Entenda o Novo Decreto

    Vale-Refeição e Vale-Alimentação: Entenda o Novo Decreto

    O recente decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudou de maneira profunda as regras do vale-refeição e vale-alimentação dentro do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). 

    Essa atualização cria novas exigências para empresas, operadoras, estabelecimentos e trabalhadores — e exigirá adaptação rápida para quem deseja manter a conformidade legal, reduzir custos e garantir processos eficientes.

    Neste cenário de transformação, ter o apoio da Conciliadora se torna um diferencial estratégico.

    A empresa já é referência nacional em auditoria de benefícios, conciliação de cartões e gestão de meios de pagamento, e agora passa a ser ainda mais necessária para ajudar organizações a entender e aplicar corretamente todas as mudanças do novo decreto.

    A seguir, você confere tudo o que mudou e como a Conciliadora pode simplificar toda essa jornada.

    O que motivou o novo decreto?

    O governo afirma que era necessário modernizar o sistema para:

    • Aumentar a concorrência entre operadoras;
    • Reduzir taxas abusivas cobradas de estabelecimentos;
    • Ampliar a transparência;
    • Fortalecer o uso correto do benefício;
    • Estimular pequenos negócios e melhorar o fluxo de caixa do setor de alimentação.

    Mas embora o propósito seja positivo, a implementação prática exige atenção, revisão de contratos, análise de taxas, auditoria de transações e ajustes operacionais — exatamente onde a Conciliadora se destaca como especialista.

    As principais mudanças do decreto

    1. Limite para taxas

    O MDR (taxa cobrada dos estabelecimentos) terá teto de 3,6%, e a tarifa de intercâmbio fica limitada a 2%. As empresas e operadoras têm 90 dias para se adaptar.

    ➡️ Como a Conciliadora ajuda:
    A Conciliadora faz auditoria das taxas cobradas pelas operadoras e verifica automaticamente se você está sendo tarifado acima do permitido. Caso esteja, ela identifica inconsistências e orienta a sua empresa.

    2. Prazo máximo de 15 dias para repasses

    Restaurantes, lanchonetes e mercados deverão receber os valores das vendas via vale em até 15 dias corridos.

    ➡️ Como a Conciliadora ajuda:
    A Conciliadora faz o acompanhamento detalhado dos repasses, conciliando transações, datas e valores. Se um estabelecimento não receber no prazo correto, o sistema identifica a falha e orienta sobre a cobrança e regularização. Isso evita perdas financeiras e melhora o fluxo de caixa.

    3. Interoperabilidade total

    Em até 360 dias, qualquer cartão de VR ou VA deverá funcionar em qualquer maquininha.

    ➡️ Como a Conciliadora ajuda:
    Essa mudança exige reorganização de contratos, revisão de bandeiras aceitas e acompanhamento das operadoras. A Conciliadora facilita a transição, monitorando se os cartões estão funcionando corretamente nas maquininhas, identificando falhas e reduzindo atritos entre setores.

    4. Proibição de práticas abusivas

    O decreto impede cashback, descontos ou bonificações que desviem o propósito do benefício.

    ➡️ Como a Conciliadora ajuda:
    A empresa audita contratos e identifica cláusulas ilegais ou incompatíveis com o decreto, evitando multas e passivos trabalhistas.

    5. Arranjos de pagamento abertos

    Operadoras com mais de 500 mil trabalhadores atendidos terão de migrar para arranjos abertos.

    ➡️ Como a Conciliadora ajuda:
    Essa mudança altera modelos de cobrança e estrutura dos sistemas. A Conciliadora acompanha essa migração e garante que taxas e repasses se mantenham dentro das regras.

    Por que contratar a Conciliadora neste momento?

    Com tantas mudanças simultâneas, as empresas precisam de apoio especializado para garantir conformidade, reduzir perdas financeiras e evitar cobranças indevidas, algo que já é rotina na atuação da Conciliadora.

    Aqui estão os principais motivos:

    1. Conformidade total com o decreto

    A Conciliadora acompanha diariamente atualizações legais, decisões governamentais e mudanças no PAT. Assim, garante que a sua empresa esteja sempre alinhada à legislação, evitando riscos e penalidades.

    2. Redução de custos imediata

    Com a limitação das taxas, muitas empresas descobrirão que estavam pagando valores acima do permitido. A Conciliadora identifica essas cobranças indevidas e reduz custos já nos primeiros meses.

    3. Auditoria completa dos benefícios

    O decreto exige que o uso dos vales seja exclusivamente para alimentação. A Conciliadora monitora transações e detecta irregularidades, trazendo segurança jurídica tanto para empresas quanto para trabalhadores.

    4. Conciliação automática e sem erros

    Com repasses obrigatórios em até 15 dias, empresas e estabelecimentos precisarão acompanhar datas e valores. A Conciliadora faz essa conciliação automaticamente, evitando divergências, atrasos e prejuízos.

    5. Análise de contratos com operadoras

    Muitas empresas não sabem exatamente o que está sendo cobrado pelas bandeiras de VR/VA. A Conciliadora revisa contratos, negocia melhorias e garante que todas as taxas estejam dentro do limite legal.

    6. Suporte completo durante a transição

    A interoperabilidade (cartão funcionando em qualquer maquininha) é uma das mudanças mais complexas. A Conciliadora ajuda empresas e estabelecimentos a se adaptarem à nova configuração tecnológica, reduzindo falhas operacionais.

    7. Especialistas em meios de pagamento

    A Conciliadora atua há anos conciliando cartões, bandeiras, adquirentes e plataformas de pagamento. Ou seja, domina profundamente o ecossistema que agora também abrange VR e VA.

    A importância da conciliação

    O novo decreto de Lula sobre vale-refeição e vale-alimentação promete modernizar o setor, gerar concorrência e reduzir custos. Contudo, também traz desafios operacionais, jurídicos e financeiros para empresas, estabelecimentos e operadoras.

    Neste momento de transição, contar com a Conciliadora é a maneira mais segura de garantir conformidade, reduzir despesas e se adaptar rapidamente às novas regras sem correr riscos ou perder dinheiro.

    Se sua empresa quer atravessar essa mudança com tranquilidade e eficiência, a Conciliadora é o parceiro ideal.

  • Meios de pagamentos: panorama no Brasil e no mundo

    Meios de pagamentos: panorama no Brasil e no mundo

    Você conhece o atual panorama dos meios de pagamentos no Brasil e no mundo? Essas mudanças e atualizações afetam e muito não só os comércios e empresas, mas também os hábitos de compras dos consumidores!

    E para ajudar a entende melhor essas modernizações, o RTM preparou um material muito interessante e repleto de novidades sobre o segmento! Aqui trazemos alguns pontos levantados, e para conferir na integra, basta clicar aqui.

    Mercado de pagamentos

    O mercado de pagamentos passou por uma transformação profunda — e seguirá dessa forma. Tecnologias inovadoras, como transações digitais e sistemas integrados, estão moldando um novo cenário, mais acessível e ágil.

    Com um aumento significativo nas transações sem dinheiro vivo, vemos um futuro onde a tecnologia não apenas facilita, mas expande a inclusão financeira, seja no Brasil ou no resto do mundo.

    O avanço das tecnologias para meios de pagamentos nos últimos anos

    As tecnologias de pagamento evoluíram de forma rápida e significativa, impactando a maneira como consumidores e empresas lidam com suas finanças.

    Usar um código QR para pagar uma refeição na Índia, tocar o celular em um terminal na Europa para realizar uma compra, ou transferir dinheiro instantaneamente via Pix no Brasil para adquirir um produto, são práticas inovadoras que cresceram de forma impressionante.

    O Brasil é, inclusive, o segundo maior mercado de pagamentos instantâneos no mundo, com 14% de todas as transações globais, atrás somente da Índia, que representa 49% das operações.

    No ranking, feito pelo Prime Time for Real-Time 2024, ainda aparecem a Tailândia (8%), a China (7%) e a Coreia do Sul (3%). Sem falar que o Brasil é o destaque na América Latina em termos de digitalização dessas opções, de acordo com o Global Payment Report.

    O cenário atual no Brasil e no mundo

    No Brasil, segundo dados do Banco Central, o Pix encerrou 2024 com um novo recorde: 63,5 bilhões de transações, consolidando-se como o meio de pagamento mais popular do país.

    Esse número representa um crescimento de mais de 50% em relação ao ano anterior, o que, naturalmente, destaca a rapidez com que o Pix conquistou a preferência dos brasileiros pela sua conveniência e facilidade no dia a dia.

    Para se ter uma ideia do impacto, até a metade de 2024, o Pix superou todas as formas tradicionais de pagamento somadas, incluindo cartões de crédito e débito, boletos, TED, DOC, cheques e TEC, que totalizaram cerca de 39,4 bilhões de transações.

    No mundo, o movimento de abolição do dinheiro físico e adoção de outros meios também é extremamente forte e seu uso cai em um ritmo considerável.

    Segundo estudo da PwC e seu braço de consultoria estratégica, a Strategy&, pagamentos sem dinheiro físico deverão aumentar mais de 80% até 2025, com as transações passando de cerca de 1 trilhão para quase 1,9 trilhão por ano.

    Até 2030, o total deve quase triplicar.

    Como as instituições financeiras podem se adaptar às novas tecnologias?

    Para acompanhar as transformações no setor de meios de pagamento, as instituições financeiras precisam estar preparadas para adotar e integrar novas tecnologias.

    Mas como?

    Existem alguns desafios principais que precisam ser levados em conta na hora de se adaptar a essa inovação:

    Segurança

    Com a expansão dos pagamentos digitais, cresce a necessidade de soluções robustas para proteger os dados dos usuários e prevenir fraudes. Instituições financeiras precisam investir em tecnologias que garantam a segurança das transações, como criptografia avançada, autenticação multifator e análise preditiva de riscos.

    Escalabilidade e flexibilidade

    À medida que o volume de transações cresce, é crucial que as plataformas de pagamento possam escalar com eficiência e sem comprometer a qualidade do serviço. A adoção de tecnologias baseadas em nuvem, infraestrutura como serviço (IaaS) e soluções de micro serviços pode facilitar essa escalabilidade, além de permitir adaptações rápidas às novas demandas do mercado.

    Interoperabilidade e integração

    As soluções precisam ser interoperáveis, ou seja, devem permitir que diferentes sistemas financeiros se conectem e compartilhem dados de forma segura. Isso é especialmente importante no contexto do open banking, onde a integração entre instituições é fundamental para oferecer uma experiência mais personalizada e ágil ao cliente.

    Investimento em inovação e capacitação

    Para se manterem competitivas, as instituições precisam investir continuamente em inovação. Ou seja, não basta ter tecnologia inovadora, é preciso também capacitar equipes para lidar com essas transformações. Parcerias estratégicas com fintechs e empresas de tecnologia podem acelerar esse processo e trazer soluções inovadoras de maneira mais ágil e eficiente.

    Como a conciliação pode ajudar?

    Para as empresas, essa diversidade de meios de pagamento significa mais oportunidades de vendas, mas também exige um controle financeiro mais sofisticado. É nesse contexto que a conciliação financeira se torna essencial, garantindo que cada transação seja corretamente processada, recebida e conferida sem erros ou perdas.

    Com o aumento das transações digitais, crescem também os desafios, como falhas no repasse de valores, taxas inesperadas e até fraudes. Sem um acompanhamento preciso, uma empresa pode perder dinheiro sem sequer perceber.

    Conciliação automatizada

    A conciliação automatizada elimina esses riscos ao cruzar os dados das vendas com os recebíveis, apontando divergências e garantindo que tudo esteja correto. Assim, o gestor tem total controle sobre o fluxo de caixa e pode tomar decisões estratégicas com base em informações confiáveis.

    Além disso, acompanhar diferentes formas de pagamento manualmente pode ser inviável para empresas com grande volume de vendas. Ferramentas de conciliação integradas aos sistemas de pagamento agilizam esse processo, garantindo eficiência e transparência.

    Em um mundo onde a digitalização avança rapidamente, contar com uma conciliação financeira eficaz não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade para manter a saúde financeira do negócio.

    Deseja saber mais e estar à frente do mercado? Basta falar com o nosso time de especialistas! 

  • Taxa de antecipação: o que é?

    Taxa de antecipação: o que é?

    A taxa de antecipação de recebíveis é mais um dos termos-chave no universo complexo das transações financeiras das maquininhas de cartão. Afinal, elas se tornaram essenciais para comerciantes em todo o mundo, proporcionando uma forma conveniente e eficiente de realizar transações financeiras.

    No entanto, é crucial compreender esse e outros termos como conciliação de recebíveis e o papel desempenhado pelas adquirentes.

    Vamos juntos explorar esses conceitos de maneira objetiva para que você possa tomar decisões financeiras informadas e assertivas para o seu negócio.

    O que é a taxa de antecipação?

    A taxa de antecipação é um componente importante nas transações realizadas por maquininhas de cartão. Basicamente, ela representa o custo associado à antecipação dos valores das vendas realizadas no cartão de crédito.

    Quando um comerciante opta por antecipar seus recebíveis, ele está buscando receber os valores das vendas de forma mais rápida em troca de uma taxa determinada pela adquirente.

    As adquirentes, também conhecidas como credenciadoras, são empresas responsáveis por fazerem com que o dinheiro de uma compra com cartão de crédito ou débito vá do cliente aos lojistas.

    Elas intermediam o processo de pagamento com cartão entre o consumidor, o lojista, o banco emissor do cartão (como Nubank e Inter) e a bandeira (como Visa e Mastercard).

    O valor da taxa é definido pela adquirente, e pode variar de acordo com o prazo de antecipação, o tipo de cartão e o volume de vendas do lojista. Ela geralmente é expressa como uma porcentagem sobre o valor total das vendas antecipadas, incluindo o valor dos juros e dos impostos.

    Vale ressaltar que cabe ao comerciante avaliar se os benefícios de receber os valores de forma antecipada compensam os custos associados.

    Vantagens da taxa de antecipação

    A taxa de antecipação oferece algumas vantagens para os lojistas, como:

    • Melhoria do fluxo de caixa.
    • Redução dos custos financeiros, como juros de cheque especial ou de empréstimos.
    • Aumento da competitividade, permitindo oferecer descontos ou condições de pagamento mais vantajosas aos seus clientes.

    A importância da conciliação de recebíveis na hora de antecipar valores

    Ao lidar com maquininhas de cartão, a conciliação de recebíveis é um processo fundamental, pois com ela é possível conferir as transações registradas pela maquininha e os valores efetivamente recebidos pelo comerciante. Esse procedimento é vital para garantir a integridade das informações financeiras e evitar discrepâncias nos registros contábeis.

    No momento de solicitar a antecipação do valor de vendas esse processo irá garantir que a taxa de antecipação esteja sendo aplicada corretamente, evitando erros e possíveis prejuízos para o negócio.

    Para realizar uma conciliação eficiente é essencial contar com um sistema que automatize e ofereça dados precisos e seguros sobre todas as transações da empresa.

    Na Conciliadora somos parceiros das principais adquirentes do mercado, isso significa que a nossa plataforma de conciliação de recebíveis mantém contato constante com as maquininhas de cartão. Isso, para sempre averiguar a precisão dos valores das vendas e taxas de antecipação.

    Portanto, ao escolher uma adquirente, os comerciantes devem levar em consideração não apenas as taxas, certo? Mas também a reputação da empresa, a qualidade do suporte ao cliente e outros serviços oferecidos. Uma escolha informada pode resultar em uma parceria duradoura e benéfica para o negócio.

    Decisões financeiras assertivas para o seu negócio

    Em um cenário cada vez mais voltado para as transações financeiras eletrônicas, compreender a taxa de antecipação, a conciliação de recebíveis e a atuação das adquirentes é essencial para qualquer negócio de sucesso.

    Esse conhecimento permite a tomada de decisões financeiras conscientes. Sendo então possível otimizar a gestão de recebíveis, garantir eficiência e transparência dos registros. Antes de optar pela antecipação de recebíveis, conte conosco para implementar práticas sólidas de conciliação com a utilização da plataforma da Conciliadora.

     

  • Código do estabelecimento: como encontrar?

    Código do estabelecimento: como encontrar?

    Em algum momento você já precisou repassar o seu Código de Estabelecimento, seja para fazer uma transação bancária ou para resolver problemas referentes à conciliação e máquina de cartão? Essa é uma questão simples, mas que gera muitas dúvidas.

    Existem muitas pessoas que ainda não sabem o que é um Código de Estabelecimento, muito menos como encontrá-lo.

    A seguir explicaremos detalhadamente o que é, onde localizar e para que serve o Código de Estabelecimento. Confira!

    O que é Código do Estabelecimento (EC)?

    O Código de Estabelecimento, também chamado de EC, é um número dado a cada uma das empresas adquirentes de máquinas de cartão, ou seja, é o número de identificação do cliente. 

    Esse código é gerado automaticamente no momento do credenciamento, considerando os dados dos documentos de cada pessoa.

    O EC também serve como chave de segurança para certas operações feitas na máquina, como visualização de taxas; por isso, é considerado uma ferramenta de proteção antifraude. 

    É por todos estes motivos que conhecer o seu EC é tão importante.

    Como descobrir qual é o código de estabelecimento?

    Não se preocupe caso você ainda não saiba qual é o EC da sua empresa, pois descobrir qual é este número é muito fácil. 

    Para isso, basta imprimir o comprovante de uma venda. O código aparecerá em diferentes posições, dependendo da marca da máquina.

    A seguir, veja como encontrar o seu EC em diferentes adquirentes:

    Cielo

    No comprovante, o número do estabelecimento das máquinas Cielo aparece logo abaixo do nome da cidade e do Estado. Desconsidere os dois zeros à esquerda e os quatro últimos dígitos para descobrir o EC.

    Rede

    Já nas máquinas Rede, o número do estabelecimento é composto por 15 dígitos. Lembre-se, no entanto, que deverão ser considerados apenas os últimos 9 dígitos. O EC fica logo após a indicação “N. Estabelecimento” no comprovante.

    Stone e Bin

    No caso das adquirentes Stone e Bin, o número de estabelecimento sai diretamente no comprovante, sem precisar excluir números. No caso da Stone, o EC está descrito logo após a indicação “stone id” e das máquinas Bin após a indicação “estab”.

    O que fazer caso o EC não esteja no comprovante?

    Mas e no caso das máquinas que não foram citadas acima? E se o Código de Estabelecimento não sair no comprovante? E se você estiver em uma situação que não puder emitir um comprovante de venda, o que deve ser feito?

    Vale ressaltar que existem outras formas de descobrir o EC e que você também deve conhecê-las para saber como proceder em momentos como os descritos acima. 

    Algumas empresas, como a Cielo, possibilitam pesquisar o número do EC pelo aplicativo para celular. Em algumas máquinas, o número de EC também aparece ao se apertar a tecla “0”.

    Se você não conseguir encontrar o seu Código de Estabelecimento mesmo seguindo todas as dicas acima, recomendamos entrar em contato com o atendimento ao cliente da adquirente. Eles saberão informar corretamente como descobrir o EC da sua máquina de cartão.

    Em todos os casos, continue contando com o time da Conciliadora para te ajudar a simplificar a saúde financeira da sua empresa e te colocar no controle real de seus recebíveis.  


    *Este é conteúdo adaptado, criado originalmente pela
    Scuadra

  • Maquininha de cartão e a conciliação automática

    Maquininha de cartão e a conciliação automática

    Aqueles que vendem usando a maquininha de cartão sabem que a conciliação manual é um processo demorado e propenso a erros. Contudo, para poder utilizar um sistema de conciliação de recebíveis automatizado é necessário primeiro saber se a bandeira da máquina é aceita na plataforma da Conciliadora.

    Pensando nisso, a seguir vamos te explicar tudo que você precisa saber sobre a sua adquirente e como conciliar suas vendas.

    Maquininha de cartão ou adquirente

    As adquirentes, também conhecidas como credenciadoras, são empresas responsáveis por fazerem com que o dinheiro de uma compra com cartão de crédito ou débito vá do cliente aos lojistas. Elas intermediam o processo de pagamento com cartão entre o consumidor, o lojista, o banco emissor do cartão (como Nubank e Inter) e a bandeira (como Visa e Mastercard).

    Ao realizar uma compra na maquininha de cartão com crédito ou débito, o consumidor autoriza a transferência de fundos do seu banco para o lojista. No entanto, essa transferência não é feita diretamente.

    Primeiro, o lojista envia os dados da compra para a adquirente (como Cielo e Rede). A adquirente, por sua vez, envia esses dados para o banco emissor do cartão.

    O banco emissor, então, analisa a compra e, se estiver tudo certo, aprova a transferência de fundos.

    A adquirente, então, recebe o dinheiro do banco emissor e repassa o valor ao lojista.

    Como são muitas as trocas de informações e movimentações de valores, a conciliação de recebíveis se torna fundamental para garantir que tudo ocorra dentro do prazo e taxas combinadas na contratação da maquininha de cartão.

    Adquirentes que conciliamos

    Aqui na Conciliadora somos parceiros das principais adquirentes do mercado, isso significa que a nossa plataforma de conciliação de recebíveis mantém contato constante com as maquininhas de cartão para sempre averiguar a precisão dos valores das vendas e taxas.

    O que nos permite ter acesso aos dados de vendas de nossos clientes de forma rápida e segura, evitando erros e fraudes.

    Confira a seguir a lista das principais adquirentes que conciliamos atualmente:

    • Cielo
    • Rede
    • Getnet
    • Bin
    • Stone
    • PagSeguro
    • Safra Pay
    • Pagar.me
    • Sicredi
    • Global Payments
    • Banrisul Vero
    • Tribanco – Tripag
    • Wirecard
    • Granito
    • Azulzinha
    • Vindi
    • Adyen

    Como funciona a conciliação da venda na maquininha de cartão

    A conciliação de recebíveis é formada por 3 etapas fundamentais: A conciliação de vendas, a financeira e a bancária.

    Conciliação de vendas

    Com a conciliação automatizada da Conciliadora, você tem certeza de que todas as suas vendas (POS/TEF) estão registradas corretamente na adquirente. Isso evita que você tenha prejuízos por falhas na comunicação.

    Conciliação financeira

    Nesse momento analisamos se suas taxas estão sendo aplicadas corretamente. Para isso, a nossa plataforma confere seus descontos, antecipações e pagamentos não realizados.

    Conciliação bancária

    Controle total dos seus recebimentos, que te permite conferir se todas as vendas foram autorizadas corretamente pelas adquirentes e se os valores foram depositados na sua conta bancária.

    Todo esse processo de conciliação de recebíveis da maquininha de cartão acontece de forma automatizada. Dessa forma você pode conciliar suas vendas de forma rápida e fácil, sem precisar digitar nada.

    A plataforma oferece ainda relatórios completos e detalhados sobre suas vendas, com informações como data, valor, bandeira, adquirente, entre outros dados relevantes.

    Essas informações são essenciais para garantir a saúde financeira do seu negócio e evitar problemas no fluxo de caixa, por exemplo.

    Como iniciar a conciliação

    Por sermos parceiros das principais adquirentes do mercado, vai ser fácil realizar a conciliação de recebíveis das suas vendas com maquininha de cartão. Descubra como automatizar o seu processo de conciliação vai te possibilitar evitar prejuízos, aumentar a segurança dos seus dados financeiros e reduzir o tempo com processos manuais, ao entrar em contato conosco.

  • Gravame: saiba aqui o que é

    Gravame: saiba aqui o que é

    Você já conhece o termo Gravame? Sabe o que ele significa? Se você é bem antenado ao mundo dos negócios, é bem provável que sim. Neste conteúdo vamos te contar tudo a respeito!    

    Não seria uma verdadeira mão na roda se as empresas, sobretudo varejistas de pequeno e médio porte, pudessem utilizar o valor que fica parado nas maquininhas de vendas como garantia de crédito ou desconto em operações com instituições financeiras, não é mesmo? 

    Desde junho de 2021, já é uma realidade que toda transação financeira realizada por meio de cartão de crédito ou débito seja capturada e organizada por uma Registradora, mudança promovida pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

    E é daí que surge o Gravame, que é uma garantia em algum contrato ou negociação e, normalmente, essa garantia é um ativo ou um bem. 

    Dessa forma, as instituições criam uma visualização do valor dado como garantia e a conta em que o recebível deve ser liquidado. 

    Porém, antes de optar por essa opção, é importante entender o que é o gravame de cartões e como ele pode afetar essa antecipação. 

    O que é Gravame? 

    O gravame de cartões é uma espécie de garantia que as operadoras de cartões de crédito e débito exigem para a antecipação de recebíveis.  

    Trata-se de uma reserva financeira que fica retida em caso de inadimplência do cliente ou de cancelamento da venda. Essa reserva é calculada com base no valor das vendas realizadas e pode variar de acordo com o perfil do estabelecimento. 

    Embora o gravame de cartões possa ser uma forma de garantir o recebimento do valor das vendas, ele também pode afetar a antecipação de recebíveis. Isso porque a reserva financeira fica retida e só é liberada em caso de cancelamento ou inadimplência, o que pode levar até 180 dias.  

    Assim, se o empresário ou empreendedor não tiver capital de giro suficiente para esperar esse prazo, pode ter dificuldades para manter o fluxo de caixa em dia. 

    Além disso, o gravame de cartões também pode limitar a taxa de antecipação de recebíveis que as operadoras de cartões oferecem.  

    Como a reserva financeira fica retida, as operadoras podem oferecer uma taxa de antecipação menor para compensar o risco envolvido. Isso pode ser um problema para quem precisa de dinheiro rápido e não pode esperar pelo prazo de 180 dias para receber o valor das vendas. 

    Planejamento é fundamental  

    Para evitar problemas com o gravame de cartões e garantir uma antecipação de recebíveis mais vantajosa, é importante ter um planejamento financeiro bem estruturado. É preciso avaliar as necessidades de capital de giro da empresa e analisar as opções disponíveis no mercado antes de tomar qualquer decisão.  

    Também é importante buscar ajuda de especialistas para entender melhor as condições oferecidas pelas adquirentes e escolher a opção mais viável para o seu negócio. 

    Em resumo, o gravame de cartões é uma garantia exigida pelas operadoras de cartões para a antecipação de recebíveis. Embora possa ser uma forma de garantir o recebimento do valor das vendas, ele também pode afetar a antecipação de recebíveis e limitar a taxa oferecida pelas operadoras.  

    Por isso, é importante ter um planejamento financeiro bem estruturado e buscar ajuda de especialistas para escolher a melhor opção para o seu negócio. 

    Como a Conciliadora pode te ajudar  

    Com a ajuda da Conciliadora, você pode se beneficiar da antecipação de recebíveis sem se preocupar com o gravame de cartões.  

    Nós oferecemos uma solução completa para a gestão financeira de sua empresa, incluindo a análise e negociação das taxas de antecipação com as adquirentes.   

    Assim, você pode ter mais controle sobre o fluxo de caixa e investir em seu negócio com tranquilidade. Conte conosco para ajudá-lo(a) a alcançar seus objetivos financeiros! 

  • Cartões-frota: o canto da sereia que não mais encanta

    Cartões-frota: o canto da sereia que não mais encanta

    Cartões-frota: não existe revendedor plenamente satisfeito com as adquirentes. Independentemente da bandeira que se trabalha, as reclamações são as mesmas: altas taxas, reajustes injustificados, sistemas inconsistentes e agora uma nova modalidade que tem incomodado – e preocupado muito – os revendedores de todo o Brasil: atrasos no pagamento.

    Uma adquirente que cresceu ostensivamente nos últimos cinco anos tem sido um ponto de atenção dos revendedores pelo interior de Minas Gerais e pelo Brasil. O foco do trabalho tem sido em licitações de prefeituras. 

    A empresa ganha o processo para o abastecimento da frota do executivo municipal com valores extremamente atrativos para a administração pública, capta os postos da cidade e acaba ajustando a margem que perdeu na hora do certame em cima dos revendedores. 

    “Fizeram uma taxa competitiva no início para entrarmos na rede e com quatro meses veio o primeiro reajuste e sem aviso prévio”, relata um revendedor do Sul de Minas que não quis se identificar por medo de represálias.

    Ele conta que depois que cessou a parceria, a adquirente o procurou novamente de forma insistente, oferecendo uma taxa menor que a inicial. Ele entrou novamente na rede, mas o sentimento que fica hoje é de arrependimento. Foi aí que a empresa começou com atrasos que fugiam do normal. “Cheguei a registar um atraso de 25 dias”, lembra. 

    Quem trabalha com revenda de combustível sabe o impacto que um atraso de quase um mês causa no caixa, sobretudo com um valor relevante para um negócio do interior, calculado pelo empresário em cerca de R$ 100 mil.

    Taxa negativa e atrasos das prefeituras

    Há uma explicação para os atrasos recorrentes desta determinada adquirente de cartões-frota. Segundo os relatos dos revendedores do interior, onde a informação pode ser acessada com mais facilidade, isso se deve por causa dos atrasos de pagamento das administrações municipais com a adquirente. 

    Os caixas das prefeituras costumam entrar em situação mais delicada no fim e início de todos os anos, demoram a quitar seus débitos com as adquirentes e essas, por sua vez, repassam o atraso aos revendedores.

    A questão é que os postos não possuem contratos com as prefeituras municipais. Se uma pessoa ou grupo decide por abrir uma adquirente de cartão, o risco financeiro é uma das variáveis inerentes ao negócio. 

    Donos de postos, que já lidam com dezenas de órgãos reguladores todos os dias na pista, já possuem outros tipos de risco – trabalhista, regulatório, contratos com distribuidoras, qualidade de combustíveis, etc. Com tantos problemas, é impossível do ponto de vista gerencial assumir um risco financeiro desta magnitude.

    Como atuam

    A disseminação da atuação da empresa junto às centenas de prefeituras pelo Brasil se explica pela estratégia comercial, digamos peculiar, de atuação da empresa. 

    Um revendedor que é parceiro da adquirente no interior e que acompanhou sua criação desde meados dos anos 2000, informa que os assessores comerciais ganham os agentes públicos e contratos com a prefeitura oferecendo “margens negativas”. “Mas adivinhe quem paga essa conta? A última ponta, que é o posto de combustível”, diz este revendedor do norte do estado que não quis se identificar.

    Ele avalia que não há adquirentes de cartões-frota que satisfaçam plenamente o revendedor. Em sua opinião, todas são prejudiciais em diferentes níveis, umas com taxas agressivas, outras mudam as regras durante o contrato, mas nenhuma atrasa o pagamento de forma tão nociva como a descrita no primeiro exemplo deste conteúdo.

    É a famosa “escolha de Sofia”. Se o revendedor opta por receber em dia, tem que saber administrar as altas taxas; se escolhe taxas competitivas, pode ficar mais de dois meses sem receber. 

    Foi isso que aconteceu com um revendedor da região central de Minas. “A taxa deles é bem melhor que as praticadas no mercado e eles estão ganhando todas as prefeituras. À época, tinha um posto apenas e fui seduzido pela taxa. Cheguei a ficar dois meses sem receber num período. Tenho provas de tudo.

    Alavancagem

    Existe um conceito no mercado financeiro chamado alavancagem. Trata-se da utilizaç

    ão de recursos para aumentar exponencialmente os resultados da empresa, que pode ser com a criação de novas empresas ou mirabolâncias financeiras para que a instituição tenha ganho ostensivo de capital.

    Nada contra quem se utiliza deste artifício, mas os revendedores mineiros têm se preocupado com o modus operandi de determinadas adquirentes quando o assunto é a sua gestão financeira. 

    Uma delas, consultando o capital social, consta apenas R$ 800 mil de patrimônio. O receio é que, diante dos atrasos e com tantos revendedores a receber, a empresa decrete falência e não haja o repasse aos revendedores.

     

    CTA POSTO DE GASOLINA

    O que fazer?

    Ao ler este texto, a pergunta que fica na cabeça do revendedor é – o que fazer, portanto, diante de tantos problemas encontrados com os cartões-frota? Há uma solução?

    É claro que existem empresários, sobretudo os de rodovia, que conseguem trabalhar de forma saudável e eficiente com as adquirentes, administram bem as taxas e os débitos a receber das transportadoras, têm bom relacionamento com os assessores comerciais das empresas e conseguem ganhar no volume.

    Notificação extrajudicial

    Para o revendedor que está com valores a receber atrasados, o Departamento Jurídico Cível/Comercial do Minaspetro elaborou esta notificação extrajudicial de constituição em mora para ser enviado à empresa devedora (acesse no site a aba “Serviços” >>> “Arquivos”), para que a adquirente regularize os pagamentos e cumpra suas obrigações contratuais.

    Caso os efeitos esperados não aconteçam, a orientação do Minaspetro é entrar em contato com o Jurídico Cível/Comercial para uma análise mais detalhada da situação e do contrato.

    Guia de boas práticas

    O Minaspetro elaborou, também,ou este guia de boas práticas com pontos a serem avaliados antes da assinatura de qualquer contrato com adquirentes do mercado em relação aos cartões-frota. É preciso destacar que é importante que o revendedor avalie os riscos de uma nova parceria e, principalmente, faça as contas se, de fato, vale a pena fechar a parceira ou anuir com o termo de uso.

    Guia minaspetro

     

    Link da matéria original criada pelo Minaspetro: www.minaspetro.com.br/noticia/cartoes-frota-o-canto-da-sereia-que-nao-mais-encanta.   

     

  • O poderoso mercado das bandeiras de cartão

    O poderoso mercado das bandeiras de cartão

    O poderoso mercado das bandeiras de cartão

    Você conhece o poderoso mercado das bandeiras de cartão? Certamente, já usou cartões das principais operadoras do mundo, Visa e Master. Não à toa, juntas foram responsáveis pela transação de 366 bilhões de dólares em 2021, o que representa 63% do valor movimentado em transações com cartões

    Nesse sentido, de janeiro e dezembro de 2021, segundo o portal especialista Nilson Report, foi realizada uma movimentação que gira em torno de 580 bilhões de dólares em cartões no mundo todo

    Ainda, entre as duas bandeiras já citadas, vale ressaltar uma outra, responsável por 34% das transações, com 198 Bi. Trata-se da chinesa UnionPay, que ficou à frente, inclusive, da Mastercard no número de vendas realizadas. 

    Poder de mercado: Visa x Master

    Agora, voltando ao nosso comparativo entre Visa e Master, vamos traçar um paralelo sobre seus valores de mercado:

    • A Visa, segundo a própria empresa, tem um valor de mercado avaliado em 450 bilhões de dólares. Enquanto a Mastercard, também de acordo com dados dela mesma, vale cerca de 350 bilhões.

    • Agora, em relação aos respectivos valores processados, a Visa tem 10,4 trilhões e a Master 7,7 trilhões.

    • Quanto às receitas líquidas, a Visa possui 24,1 bi e a Mastercard 18,9 bi.

    • Já o lucro líquido, possui, também, ligeira diferença: Visa com 12,3 bi e Master 8,7 bi. 


    Vale ressaltar que todos esses números são disponibilizados pelas próprias operadoras e estão sempre em dólares. E, fazendo uma prévia análise, percebe-se que a Visa sempre fica à frente, apesar da diferença dos números ser sempre leve, a não ser pela diferença de 100 bilhões em seus valores de mercado.   

    Movimentações bilionárias 

    Agora, pensando em relação a esses números de transações, podemos entender que muitas empresas estão envolvidas nesses processos. Começando com a compra realizada pelo consumidor, passando pelas adquirentes, bancos, conciliadoras e as próprias operadoras, além das lojas e demais negócios, claro.        

    Ou seja, esse mercado movimenta, literalmente, centenas de negócios e segmentos. É impossível, nos dias atuais, imaginar como comércios funcionariam sem as operadoras, mesmo em um cenário em que o Pix e outros meios de pagamentos começam a se destacar. 

    Assim, levando em consideração tamanha movimentação, a conciliação se torna tão importante para as empresas, afinal, tão essencial quanto vender, é saber se as vendas estão de fato chegando até você. 

    Realidade da sua empresa

    E no seu negócio: essas operadoras de cartões estão fortemente presentes também? Quais são os meios de pagamento que mais movimentam as suas vendas? 

    Para saber mais e entender como a conciliação pode potencializar os seus recebíveis, basta clicar aqui e falar, sem compromisso, com nossos consultores disponíveis.